Dr. Timotio Dorn
Médico Dermatologista
Especialista em Oncologia Cutânea, Cirurgia Dermatológica e Cirurgia Micrográfica de Mohs

Minha história começa no interior do Rio Grande do Sul, sou filho de agricultores, mas decidi seguir os passos de meus irmãos mais velhos. Aos 17 anos, adentrei a faculdade e, aos 23, me formei como médico pela Universidade Federal de Pelotas.

Foi durante os anos de aprendizado que a Dermatologia me cativou. Ela se revelou como uma especialidade verdadeiramente fascinante, envolvendo não apenas as doenças primárias da pele, mas também suas conexões intrincadas com disfunções orgânicas e psicossociais.

Após minha graduação, meu comprometimento com a excelência me guiou à Residência Médica em Dermatologia no renomado Hospital de Clínicas de Porto Alegre, ligado à Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Contudo, minha busca por conhecimento não parou aí. Busquei pela especialização em Cirurgia Dermatológica com foco na técnica de Micrografia de Mohs e Oncologia Cutânea, uma área que me permite, em muitos casos, proporcionar a cura aos meus pacientes.

Essa possibilidade de ser um agente efetivo de cura é algo raro e precioso na medicina. Cada sucesso, cada melhoria na saúde de meus pacientes, me impulsiona a ir além, a oferecer sempre mais em termos de excelência, profissionalismo e, acima de tudo, cuidado.

Para mim, a beleza da dermatologia reside na sua abrangência – do delicado cuidado com um recém-nascido até a atenção dedicada à senilidade. Uma especialidade onde o toque e o olhar têm um papel protagonista, onde tanto a doença quanto a cura se manifestam visivelmente aos olhos atentos do médico e dos pacientes. E aquilo que não pode ser expresso em palavras é a incrível sensação de testemunhar a melhora da condição de saúde de um paciente, de sentir que, de alguma maneira, contribuímos para o seu bem-estar.

Doutor — Dr. Timotio Dorn – Sobre Mim
Informações Importantes
Minha abordagem
Acredito firmemente em um acolhimento que transcende o ambiente clínico. Compreender as suas preocupações e necessidades é o ponto de partida para uma jornada de cuidado personalizado. Minha abordagem foca em oferecer as soluções mais modernas e eficazes em prevenção, exames e tratamentos dermatológicos.
Compromisso com a saúde da sua pele
Ao escolher o meu atendimento, você está optando por um profissional dedicado a promover a sua saúde cutânea com responsabilidade, expertise e sensibilidade. Minha equipe e eu estamos aqui para orientá-lo em sua jornada, oferecendo a você a tranquilidade e segurança que merece.
Meu Currículo

Medico pela Universidade Federal de Pelotas - 2009

Residência Médica em Dermatologia HCPA/UFRGS - 2015

Título de Especialista em Dermatologia AMB - 2015

Cirurgia Micrográfica de Mohs e Oncologia cutânea - Hospital Irmandade Santa Casa Curitiba PUC/PR 2018

Preceptor e coordenador da cirurgia dermatológica na residência médica do Hospital Santa Tereza - SES/SC

Médico Dermatologista, especialista em Oncologia Cutânea, Cirurgia Dermatológica e Dermatoscopia.

Dermatologista especialista em câncer de pele

O dermatologista especialista em câncer de pele diagnostica e trata carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma com técnicas de alta precisão. Em Santa Catarina, estado com a maior incidência de câncer de pele não melanoma do Brasil (133,22 casos por 100.000 habitantes), encontrar um especialista qualificado é decisivo para o resultado do tratamento.

O câncer de pele é o tipo mais frequente no Brasil, com 220.490 novos casos estimados por ano pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA, 2023). A maioria dos casos é de câncer de pele não melanoma, altamente tratável quando detectado precocemente. O melanoma, tipo menos frequente, tem sobrevida de 99% no estágio I e apenas 35% quando há metástase, segundo dados do PubMed (PMID: 38116955).

Santa Catarina concentra a maior incidência do país, com populações de pele clara e exposição solar crônica como principais fatores de risco. Nesse contexto, a escolha de um dermatologista com formação específica em oncologia cutânea e domínio das técnicas de diagnóstico e tratamento mais avançadas define diretamente as chances de cura.

Este guia apresenta os principais aspectos que envolvem o cuidado com o câncer de pele em Santa Catarina: da epidemiologia local às técnicas diagnósticas, do tratamento cirúrgico ao perfil do especialista indicado para cada caso.

Por que procurar um dermatologista especialista em câncer de pele

O dermatologista especialista em câncer de pele combina formação em dermatologia clínica, dermatoscopia avançada e cirurgia dermatológica para diagnosticar e tratar tumores cutâneos com precisão. Essa especialização é necessária porque diferentes tipos de câncer de pele exigem abordagens distintas.

No Brasil, a formação em Dermatologia ocorre por meio de residência médica credenciada e/ou pelos critérios de titulação reconhecidos pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Os médicos associados a essa entidade e que cumpriram todos os requisitos formais para obtenção do título de especialista estão habilitados a se intitularem dermatologistas.

A Dermatologia brasileira é reconhecida pelo seu alto nível técnico, e todo dermatologista devidamente certificado possui capacitação para identificar, avaliar e diagnosticar adequadamente o câncer de pele.

Como a Dermatologia é uma especialidade ampla, que abrange diversas áreas de atuação — desde dermatologia estética até dermatologia pediátrica, doenças inflamatórias, cirurgias e tricologia —, é natural que alguns profissionais busquem aprofundamento maior em determinados campos.

Esse é o caso de médicos que se dedicam de forma mais intensa à oncologia cutânea, desenvolvendo expertise específica para o diagnóstico, planejamento cirúrgico e tratamento de casos mais complexos e avançados de câncer de pele.

O carcinoma basocelular representa aproximadamente 80% dos casos e raramente metastatiza, mas pode causar destruição local significativa se não tratado adequadamente. O carcinoma espinocelular responde por cerca de 16% dos casos e apresenta maior risco de metástase. O melanoma, com cerca de 4% dos casos, é o mais letal e exige diagnóstico precoce para garantir sobrevida elevada.

Um dermatologista oncológico avalia não apenas o tipo histológico do tumor, mas também sua localização anatômica, padrão de crescimento, margens clínicas e histórico do paciente. Esses fatores determinam a técnica cirúrgica mais indicada, o planejamento da reconstrução e o protocolo de acompanhamento pós-tratamento.

A diferença entre um generalista e um especialista em câncer de pele é especialmente relevante em tumores de alto risco: lesões em áreas nobres da face, carcinomas com padrão histológico agressivo, tumores recidivados e pacientes imunossuprimidos. Nesses cenários, a precisão do diagnóstico e a escolha da técnica cirúrgica adequada impactam diretamente a taxa de cura e o resultado estético.

Para entender os tipos de câncer de pele e suas características clínicas, consulte o guia completo sobre tipos de câncer de pele.

Epidemiologia: por que Santa Catarina lidera os casos no Brasil

Santa Catarina registra 133,22 casos de câncer de pele não melanoma por 100.000 habitantes, a maior taxa do Brasil segundo o INCA (2023). Florianópolis é a terceira capital com maior incidência do país, com estimativa de 2.460 casos de câncer de pele não melanoma e 80 casos de melanoma em 2025.

Três fatores explicam a liderança de Santa Catarina no ranking nacional. O primeiro é o perfil étnico da população: a colonização europeia, predominantemente alemã e italiana, resultou em alta proporção de indivíduos com pele clara e fototipo I ou II, mais vulneráveis aos danos da radiação ultravioleta. O segundo fator é a exposição solar: SC tem índice UV elevado ao longo de todo o ano, especialmente no litoral.

O terceiro elemento é o histórico de exposição acumulada. Estudo publicado nos Anais Brasileiros de Dermatologia (Custódio et al., 2010) identificou aumento de 80% na incidência de carcinoma basocelular em Tubarão/SC entre 1999 e 2008. Esse crescimento reflete décadas de exposição sem proteção adequada.

Em 2024, 302 pessoas morreram de câncer de pele em Santa Catarina, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC). A maioria dessas mortes ocorreu por diagnóstico tardio, reforçando a necessidade de acompanhamento dermatológico regular para a população do estado.

Indicador Santa Catarina Brasil
Incidência CPNM133,22/100.000 hab.Maior do país
Posição de Florianópolis3ª capital em incidênciaRanking nacional
Estimativa 2025 (Florianópolis)2.460 casos CPNMINCA 2023
Mortes por câncer de pele (2024)302 óbitosSES/SC

O que é feito na consulta dermatológica oncológica

A consulta com um dermatologista especialista em câncer de pele inclui anamnese detalhada, exame dermatológico completo e uso de equipamentos diagnósticos de alta precisão. O objetivo é identificar lesões suspeitas, confirmar ou descartar malignidade e definir o plano terapêutico mais adequado.

A dermatoscopia digital é o principal instrumento não invasivo de diagnóstico. A técnica apresenta sensibilidade de 98,8% e especificidade de 91,2% para melanoma, segundo revisão Cochrane (PMID: 35274381). O dermatoscópio permite analisar estruturas da pele invisíveis a olho nu, diferenciando lesões benignas de malignas com alta precisão.

O mapeamento de nevos é indicado para pacientes com múltiplas pintas ou histórico familiar de melanoma. O procedimento documenta fotograficamente todas as lesões do corpo e permite comparações periódicas para identificar alterações precoces. Quando há suspeita de malignidade, a biópsia de pele confirma o diagnóstico histopatológico antes do planejamento cirúrgico.

Ao final da consulta, o especialista apresenta o diagnóstico, orienta sobre fatores de risco específicos do paciente e define a frequência de retorno para acompanhamento. Para pacientes já em tratamento, a consulta inclui avaliação da resposta terapêutica e monitoramento de possível recidiva.

Conheça os procedimentos diagnósticos disponíveis para o diagnóstico e tratamento do câncer de pele.

Diagnóstico precoce: a diferença entre sobrevida de 99% e 35%

O diagnóstico precoce do câncer de pele é o principal fator que determina o prognóstico do paciente. No melanoma, a diferença entre detectar o tumor no estágio I ou no estágio IV representa a diferença entre sobrevida de 99% e sobrevida de 35% em cinco anos, segundo dados publicados no PubMed (PMID: 38116955).

Lesões com espessura de Breslow inferior a 0,76 mm têm taxa de sobrevida próxima de 100% em cinco anos. À medida que o tumor cresce em profundidade, as chances de metástase aumentam e a sobrevida diminui significativamente. Esse dado reforça que o câncer de pele não é uma doença que pode ser adiada ou ignorada.

Para o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular, o diagnóstico precoce também reduz a extensão da cirurgia necessária, preserva mais tecido saudável e diminui o impacto estético do tratamento. Tumores pequenos e bem delimitados são tratados com técnicas menos invasivas, enquanto tumores avançados podem exigir cirurgias complexas e reconstruções extensas.

A recomendação é realizar exame dermatológico completo ao menos uma vez por ano, com frequência maior para pacientes de alto risco: histórico pessoal ou familiar de câncer de pele, fototipo I ou II, exposição solar crônica ou uso de imunossupressores. A regra ABCDE (Assimetria, Borda, Cor, Diâmetro, Evolução) é um guia de autoexame complementar ao acompanhamento médico regular.

Cirurgia de Mohs: o padrão-ouro no tratamento do câncer de pele

A Cirurgia Micrográfica de Mohs é o tratamento com maior taxa de cura para câncer de pele em áreas de alto risco, alcançando até 99% de cura em tumores primários. A técnica analisa 100% das margens cirúrgicas em tempo real, enquanto a excisão convencional examina apenas 1% a 3% do tecido removido, segundo StatPearls (NBK441833).

Em 10 anos de acompanhamento, a taxa de recidiva do Mohs é de 4,4%, comparada a 12,2% na cirurgia convencional, segundo estudo publicado no PubMed (PMID: 27152747). Essa diferença de três vezes na recidiva é especialmente relevante em tumores localizados em áreas nobres da face, onde uma nova cirurgia tem impacto estético e funcional significativo.

A técnica é especialmente indicada para carcinoma basocelular em variantes agressivas como esclerodermiforme, micronodular e infiltrativo, carcinoma espinocelular de alto risco, tumores recidivados e lesões em nariz, pálpebras, orelhas e lábios. Nesses casos, o controle completo das margens é determinante para o resultado oncológico e estético.

Para entender como funciona cada etapa da Cirurgia de Mohs e quando ela é indicada, acesse o guia completo sobre Cirurgia Micrográfica de Mohs.

Por que escolher o Dr. Timótio Dorn

O Dr. Timótio Dorn (CRM/SC 22594 | RQE 13225) possui certificação pela Sociedade Brasileira de Dermatologia para atuação em Cirurgia Micrográfica de Mohs. Dedica-se à técnica desde 2018, após treinamento exclusivo, e atua na formação de novos cirurgiões no Hospital Santa Teresa, em Florianópolis.

Diferente de profissionais com formação em cursos de curta duração, o Dr. Timótio completou treinamento com mínimo de 12 meses supervisionados, conforme exigência da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). Ele realiza pessoalmente todas as etapas do procedimento: remoção do tumor, processamento histopatológico intraoperatório e reconstrução imediata.

Como preceptor da residência médica em Cirurgia Dermatológica no Hospital Santa Tereza (SES/SC), o Dr. Timótio forma novos especialistas e mantém atualização contínua nas melhores práticas da área. Essa atividade de ensino reflete compromisso com rigor técnico e atualização científica permanente.

Estar presente em um centro de referência também reflete o compromisso com o ensino, com a atualização constante nas diretrizes mais atuais e com o aperfeiçoamento técnico contínuo.

Essa vivência permite levar para o atendimento privado a experiência adquirida no manejo de casos complexos do SUS, agregando mais segurança, critério e qualidade ao cuidado oferecido aos pacientes.

Atendimento ao paciente de outros estados

O atendimento contempla pacientes de todo o Brasil, especialmente casos complexos de cirurgia de Mohs. A avaliação pode ser realizada presencialmente ou por teleconsulta inicial.

Para os pacientes que se deslocam para atendimento presencial, toda a logística é organizada para otimizar o tempo, permitindo que a avaliação e a cirurgia sejam realizadas no menor intervalo possível, com retorno à cidade de origem com brevidade.

Também há suporte de concierge para hospedagem, transporte e organização de cuidados pós-operatórios, incluindo trocas de curativos, quando necessário.

Para agendar avaliação, entre em contato pelo formulário de agendamento ou acesse informações sobre teleconsulta para pacientes de outros estados.

Perguntas frequentes sobre dermatologista especialista em câncer de pele

O que é um dermatologista especialista em câncer de pele?

É um médico com formação em dermatologia e especialização em diagnóstico e tratamento de tumores cutâneos, incluindo carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma. Além do exame clínico e da dermatoscopia, esses profissionais realizam biópsias e procedimentos cirúrgicos como a Cirurgia Micrográfica de Mohs.

Qual a diferença entre dermatologista e oncologista?

O oncologista trata cânceres em geral com quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. O dermatologista oncológico é especializado especificamente em cânceres da pele, realizando diagnóstico precoce, cirurgia e acompanhamento de lesões cutâneas malignas. Em tumores de pele localizados, o dermatologista especializado é o profissional de referência.

O plano de saúde cobre consulta com dermatologista para câncer de pele?

Sim. Consultas com dermatologista e procedimentos diagnósticos como dermatoscopia e biópsia estão cobertos pela maioria dos planos de saúde conforme o rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A Cirurgia de Mohs também está no rol de procedimentos obrigatórios. Verifique a cobertura específica do seu plano antes do agendamento.

Quando devo procurar um dermatologista especializado?

Procure um especialista em câncer de pele ao notar qualquer lesão com crescimento rápido, sangramento espontâneo, bordas irregulares, cores variadas ou que não cicatriza em até 30 dias. Pacientes com histórico pessoal ou familiar de câncer de pele devem manter acompanhamento anual mesmo sem lesão visível.

O Dr. Timótio atende pacientes de outros estados?

Sim. O Dr. Timótio Dorn atende pacientes de todo o Brasil via teleconsulta para avaliação inicial e planejamento do tratamento. Para pacientes que precisam se deslocar a Florianópolis para a cirurgia, há estrutura de suporte logístico e de hospedagem.

Como funciona a teleconsulta para câncer de pele?

A teleconsulta permite avaliação inicial por vídeo, análise de imagens de lesões suspeitas e discussão de laudos e biópsias já realizados. Ao final, o paciente recebe orientação sobre diagnóstico provável, necessidade de cirurgia e próximos passos. O procedimento presencial é realizado em Florianópolis ou Rio do Sul (SC).

Referências

  1. INCA. Estimativa 2023: Incidência de Câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA; 2023. URL: inca.gov.br/estimativa
  2. PubMed PMID: 38116955 — Sobrevida melanoma por estágio. URL: pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38116955
  3. Dinnes J, et al. Dermoscopy for diagnosing melanoma. Cochrane. 2018. PMID: 35274381. URL: pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35274381
  4. StatPearls. Mohs Surgery. NBK441833. URL: ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK441833
  5. Moser S, et al. Recurrence rates Mohs vs conventional. 2022. PMID: 27152747. URL: pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27152747
  6. Custódio G, et al. Epidemiologia CBC Tubarão/SC 1999-2008. An Bras Dermatol. 2010;85(3):347-54.
  7. SES-SC. Mortalidade câncer de pele SC 2024. 302 óbitos. URL base: saude.sc.gov.br