Pacientes do Rio Grande do Sul que precisam de Cirurgia Micrográfica de Mohs enfrentam uma limitação geográfica real: o número de cirurgiões certificados no Brasil é pequeno, e a concentração na região sul do país é ainda menor. A formação completa em Cirurgia Micrográfica de Mohs pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) possui número bastante limitado de vagas anuais no Brasil. Por isso, em algumas regiões, incluindo cidades do Rio Grande do Sul, pacientes com carcinoma basocelular de alto risco podem encontrar menor disponibilidade de profissionais com formação específica na técnica, sendo necessário considerar atendimento em centros especializados de outros estados.
Florianópolis, capital de Santa Catarina, está a aproximadamente 480 km de Porto Alegre e pode ser acessada de carro, ônibus ou avião em viagem de 5 a 6 horas. O Hospital Santa Tereza, em Florianópolis, sedia o único Programa de Cirurgia Micrográfica de Mohs de Santa Catarina, referência para pacientes de toda a região sul do Brasil.
Por que pacientes do RS buscam tratamento em Florianópolis
A busca por tratamento em outro estado não é uma preferência do paciente. É a consequência direta da escassez de especialistas certificados. A certificação conjunta pela SBD e pela SBCD em Cirurgia Micrográfica de Mohs é o único critério reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina para habilitar um médico a realizar o procedimento. Essa certificação requer mais de 1 ano de treinamento exclusivo e intensivo.
Para pacientes do Rio Grande do Sul com carcinoma basocelular de alto risco, especialmente em localização facial, a escolha entre aguardar disponibilidade de especialista certificado no estado ou deslocar-se para Florianópolis é frequentemente resolvida em favor de Florianópolis, pela combinação de menor tempo de espera, especialista de referência regional e infraestrutura hospitalar adequada.
O Dr. Timótio Dorn (CRM/SC 22594 | RQE 13225) atende pacientes de Porto Alegre, Caxias do Sul, Pelotas, Santa Maria, Passo Fundo, Novo Hamburgo e demais cidades do Rio Grande do Sul. A teleconsulta pré-operatória elimina a necessidade de uma viagem prévia: o planejamento é feito à distância e o deslocamento ocorre apenas para o dia da cirurgia.
A teleconsulta como primeiro passo para pacientes do RS
Para pacientes do Rio Grande do Sul, a teleconsulta pré-operatória é o caminho mais eficiente para iniciar o processo. O paciente agenda a consulta por videoconferência, apresenta o laudo histopatológico da biópsia, as fotografias da lesão e o histórico clínico.
Na teleconsulta, o especialista confirma a indicação de Cirurgia de Mohs, estima a complexidade do procedimento, define os exames pré-operatórios necessários e orienta sobre o planejamento logístico para Florianópolis. O agendamento da cirurgia é feito nessa mesma consulta.
O paciente gaúcho chega a Florianópolis no dia da cirurgia já com o caso completamente planejado: exames em mãos, anestesia local confirmada, plano de reconstrução definido e alta prevista para o mesmo dia na maioria dos casos. Não é necessária internação hospitalar para a maior parte dos procedimentos.
O que esperar do deslocamento para a cirurgia
A cirurgia é realizada na clínica privada do Dr. Timótio Dorn, em Florianópolis, que conta com estrutura própria para Cirurgia Micrográfica de Mohs e reconstruções dermatológicas, incluindo possibilidade de anestesia local, sedação ou anestesia geral, conforme a indicação de cada caso. O procedimento costuma iniciar pela manhã e, na maioria dos pacientes, é finalizado no mesmo dia.
O tempo total da cirurgia varia com a extensão do tumor. A Cirurgia de Mohs avança em etapas: cada ciclo inclui a ressecção com margem de 1 a 2 mm, o processamento do espécime em cortes congelados, a análise microscópica pelo cirurgião e, se necessário, a ressecção complementar apenas na área onde ainda há tumor. A maioria dos casos de carcinoma basocelular é resolvida em 2 a 3 etapas, com duração total de 4 a 6 horas incluindo a reconstrução.
O paciente recebe alta no mesmo dia com as instruções de cuidado pós-operatório e retorna ao Rio Grande do Sul após um dia de recuperação em Florianópolis, na maior parte dos casos. A revisão dos pontos, geralmente 7 a 10 dias após a cirurgia, pode ser feita com dermatologista local no Rio Grande do Sul, seguindo as orientações do Dr. Timótio.
Por que vale a pena se deslocar até Florianópolis para realizar a Cirurgia Micrográfica de Mohs
A taxa de cura da Cirurgia Micrográfica de Mohs para carcinoma basocelular primário é de 99% em 5 anos, com taxa de recidiva de 4,4% em 10 anos. A excisão convencional tem taxa de recidiva de 12,2% em 10 anos para os mesmos critérios. Para CBCs de alto risco, a diferença entre as duas técnicas não é apenas estatística: é a diferença entre uma cirurgia e múltiplas re-intervenções ao longo de anos.
Para um CBC no nariz ou na pálpebra, a preservação de cada milímetro de tecido sadio tem impacto funcional e estético direto. A margem de ressecção da Cirurgia de Mohs é de 1 a 2 mm, contra os 4 a 5 mm (e até 15 mm para subtipos agressivos) da excisão convencional. Esse diferencial resulta em defeito menor, reconstrução mais simples e cicatriz menor.
A viagem de Porto Alegre a Florianópolis para realizar a Cirurgia de Mohs com especialista certificado é, clinicamente, a decisão com melhor resultado de cura e menor probabilidade de necessidade de reintervenção.
Santa Catarina como referência regional para Cirurgia de Mohs
Em Santa Catarina, a incidência de câncer de pele não melanoma chega a 133,22 casos por 100.000 habitantes, a maior do país. Essa alta incidência criou a demanda que justificou o investimento no único Programa de Cirurgia Micrográfica de Mohs do estado, coordenado pelo Dr. Timótio Dorn no Hospital Santa Tereza.
O programa inclui residência médica em Cirurgia Dermatológica, formando novos especialistas sob supervisão direta. É o único programa de formação e prática certificada em Cirurgia de Mohs da região sul do Brasil fora dos grandes centros nacionais.
Pacientes do Rio Grande do Sul, assim como de Paraná e São Paulo, acessam esse programa como alternativa regionalizada ao tratamento em São Paulo ou Rio de Janeiro, com logística mais favorável para quem está na região sul.
Critérios de alto risco que indicam Cirurgia de Mohs
Para pacientes do Rio Grande do Sul que receberam diagnóstico de CBC, os critérios abaixo indicam avaliação urgente com especialista em Cirurgia de Mohs:
- localização na zona H da face: nariz, pálpebras, orelhas, lábios e têmporas;
- subtipo histológico esclerodermiforme, infiltrativo, micronodular ou basoescamoso;
- tumor recidivado após tratamento anterior;
- margens comprometidas em cirurgia prévia;
- invasão perineural no laudo histopatológico;
- tamanho superior a 10 mm na zona H ou a 20 mm em área de risco intermediário;
- imunossupressão por doença ou medicamento.
A presença de qualquer um desses critérios justifica a busca por especialista certificado, mesmo que isso envolva deslocamento para outro estado.
Por que a certificação do cirurgião importa para pacientes do RS
Pacientes gaúchos que pesquisam “Cirurgia de Mohs Porto Alegre” ou “Cirurgia de Mohs Rio Grande do Sul” encontram oferta de serviços que se descrevem como Cirurgia de Mohs. A verificação da certificação do cirurgião é a etapa que protege o paciente de procedimentos que não seguem o protocolo técnico padronizado.
A Cirurgia Micrográfica de Mohs padronizada exige: análise de 100% das margens em cortes histológicos horizontais, processamento do espécime pelo próprio cirurgião no momento da cirurgia, ressecção complementar apenas nas áreas com tumor residual e reconstrução imediata pelo mesmo cirurgião. Essa sequência só é possível com o treinamento específico da certificação conjunta SBD/SBCD.
Procedimentos oferecidos por profissionais com formação de curta duração (20 dias ou menos), que terceirizam a análise histológica ou que não realizam o ciclo completo de ressecção e análise intraoperatória, não seguem o mesmo protocolo. O nome pode ser o mesmo, mas o resultado clínico não é comparável. A taxa de cura de 99% em 5 anos é específica do procedimento padronizado.
A Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica mantém no site sbcd.org.br a lista atualizada de cirurgiões certificados em Cirurgia Micrográfica de Mohs no Brasil. Essa lista é o recurso que pacientes gaúchos devem consultar ao pesquisar onde realizar o procedimento. Para a região sul do Brasil, o único cirurgião certificado com programa sediado em Santa Catarina é o Dr. Timótio Dorn.
A distância de Porto Alegre a Florianópolis, de aproximadamente 480 km, é o único argumento para buscar alternativas locais sem certificação. A comparação clínica, em termos de taxa de cura e risco de recidiva, favorece inequivocamente o deslocamento para o especialista certificado.
Para o paciente gaúcho que busca a melhor opção disponível para o tratamento de um CBC de alto risco, a decisão racional é simples: identificar o cirurgião com a certificação correta, verificar o histórico de procedimentos realizados e agendar a teleconsulta para iniciar o planejamento. A taxa de cura de 99% em 5 anos e o risco de recidiva de 4,4% em 10 anos são os números que resumem por que a certificação importa mais do que a proximidade geográfica quando o assunto é o tratamento do câncer de pele.
Avaliação com especialista em Cirurgia de Mohs
O Dr. Timótio Dorn (CRM/SC 22594 | RQE 13225) é dermatologista com certificação em Cirurgia Micrográfica de Mohs pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), entidades de referência nacional na formação e qualificação médica nessa técnica. Atua em Santa Catarina com Cirurgia Micrográfica de Mohs desde 2018, com experiência acumulada em mais de 2.000 procedimentos realizados ou supervisionados, além de participar da formação de médicos na área de cirurgia dermatológica e oncologia cutânea.
Atende pacientes de todo o Rio Grande do Sul por teleconsulta pré-operatória, com a cirurgia agendada para Florianópolis após o planejamento completo.
Agende sua avaliação em drtimotiodorn.com.br.
Perguntas frequentes sobre Cirurgia de Mohs para pacientes do RS
Preciso me internar em Florianópolis para a cirurgia?
Na maioria dos casos, não. A Cirurgia Micrográfica de Mohs é realizada em regime ambulatorial, com o paciente recebendo alta no mesmo dia. Um dia de recuperação em Florianópolis antes do retorno ao RS é recomendado em cirurgias de maior complexidade.
A retirada dos pontos pode ser feita em Porto Alegre?
Sim. O acompanhamento pós-operatório, incluindo a retirada de pontos, pode ser feito com dermatologista de confiança no Rio Grande do Sul, seguindo as orientações do Dr. Timótio. Revisão presencial em Florianópolis é indicada nos casos onde há reconstrução de maior complexidade.
Meu plano de saúde gaúcho cobre a cirurgia em Florianópolis?
A Cirurgia Micrográfica de Mohs tem cobertura obrigatória pela ANS (código TUSS 30101123). A cobertura de atendimento fora da rede credenciada depende do contrato do plano. Verifique com seu plano as condições de reembolso para atendimento fora da rede, especialmente quando o plano não tem na rede um especialista certificado em Cirurgia de Mohs.
Como agendar teleconsulta de outro estado?
Entre em contato pelo site drtimotiodorn.com.br para verificar disponibilidade e iniciar o agendamento da teleconsulta pré-operatória.
Quanto tempo antes da cirurgia devo fazer a teleconsulta?
O ideal é fazer a teleconsulta com 3 a 4 semanas de antecedência. Esse prazo permite concluir os exames pré-operatórios necessários e definir o agendamento da cirurgia sem pressa. Para casos de urgência, o prazo pode ser comprimido.
O Dr. Timótio Dorn é médico dermatologista (CRM/SC 22594). Este conteúdo tem finalidade informativa e não substitui consulta médica.